Professor: – O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas? Aluno: – Purê de batata, professor! | Professor: – Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar. Aluno: – Eu caminho… tu caminhas… ele caminha… Professor: – Mais depressa! Aluno: – Nós corremos, vós correis, eles correm! | Professor: – “Chovia” que tempo é? Aluno: – É mau tempo, professor. | Professor: – Quantos corações nós temos? Joãozinho: – Dois, senhor professor. Professor: – Dois!? Joãozinho: – Sim, o meu e o seu! | Professor: – Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite? Aluno: – Sim, senhor professor. Um queijo e quatro vacas. | Um professor pergunta ao aluno de Direito enquanto fazia o exame oral: – O que é uma fraude? Responde o aluno: – É o que o Sr. Professor está a fazer neste momento. O professor muito indignado: – Ora essa, explique-se… Diz o aluno: – Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar! | Professora: – Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte. Maria: – Aqui está. Professora: – Correto. Agora turma, digam quem descobriu a América do Norte? Turma: – Foi a Maria. | Professora: – Joãozinho, diga-me sinceramente, o menino reza antes de cada refeição? Joãozinho: – Não professora, não preciso… a minha mãe é uma boa cozinheira. | Professora: – Joãozinho, a tua redação “O Meu Cão” é exatamente igual à do seu irmão. O menino copiou? Joãozinho: – Não, professora. O cão é que é o mesmo. | Professor: – Joãozinho, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados no que ela está a dizer? Joãozinho: – Chama-se a essa pessoa de Professor.
E é assim a triste vida dos nosso professores
